Frase andante

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)------------------- "Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

=========================== Bem-vindo(a) =============================

ATENÇÃO. Este blog é apenas mais uma ferramenta de apoio complementar ao conteúdo do livro didático para auxiliar meus alunos e visitantes. Os vídeos e textos apresentados e indicados estão disponíveis na internet e são citados sempre com as referências e fontes. Que este blog seja mais um instrumento de aprendizagem e reforço de conteúdo para todos os visitantes. Seja bem-vindo(a).

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sábado, 9 de setembro de 2017

Vídeo - Grécia Antiga - Parte 1

                                                                    Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=DJ2dNQtUX1Q

Vídeo - Grécia Antiga - Parte 2

                                                                    Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=JFAB7OoCjKs

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Sete de setembro: independência do Brasil

Sete de setembro de 1822: independência do Brasil


Brasil independente.
 Independência com desenvolvimento, justiça e  oportunidades.
Independência com investimentos em educação, saúde, segurança e cidadania. 
Somente assim se constrói uma nação.
Parabéns ao Brasil e ao povo brasileiro.

domingo, 27 de agosto de 2017

Grécia Antiga - resumo

Grécia Antiga - resumo

Há mais de quatro mil anos, uma região excessivamente acidentada da Península Balcânica passou a abrigar vários povos de descendência indo-europeia. Aqueus, eólios e jônios foram as primeiras populações a formarem cidades autônomas que viviam do desenvolvimento da economia agrícola e do comércio marítimo com as várias outras regiões do Mar Mediterrâneo.
Mal sabiam estes povos que eles seriam os responsáveis pelo desenvolvimento da civilização grega. Ao longo de sua trajetória, os gregos (também chamados de helenos) elaboraram práticas políticas, conceitos estéticos e outros preceitos que ainda se encontram vivos no interior das sociedades ocidentais contemporâneas. Para entendermos esse rico legado, estabelecemos uma divisão fundamental do passado desse importante povo.

No Período Pré-Homérico (XX – XII a.C.), temos o processo de ocupação da Grécia e a formação dos primeiros grandes centros urbanos da região. Nessa época, vale destacar a ascensão da civilização creto-micênica que se desenvolveu graças ao seu movimentado comércio marítimo. Ao fim dessa época, as invasões dóricas foram responsáveis pelo esfacelamento dessa civilização e o retorno às pequenas comunidades agrícolas subsistentes.

Logo em seguida, no Período Homérico (XI – VIII a.C.), as comunidades gentílicas transformam-se nos mais importantes núcleos sociais e econômicos de toda a Grécia. Em cada genos, uma família desenvolvia atividades agrícolas de maneira coletiva e dividiam igualmente as riquezas oriundas de sua força de trabalho. Com o passar do tempo, as limitações das técnicas agrícolas e o incremento populacional ocasionou a dissolução dos genos.

Entre os séculos VIII e VI a.C., na Fase Arcaica da Grécia Antiga, os genos perderam espaço para uma pequena elite de proprietários de terra. Tendo poder sobre os terrenos mais férteis, as elites de cada região se organizaram em conglomerados demográficos e políticos cada vez maiores. É aqui que temos o nascimento das primeiras cidades-Estado da Grécia Antiga. Paralelamente, os gregos excluídos nesse processo de apropriação das terras passaram a ocupar outras regiões do Mediterrâneo.

No período Clássico, que vai do século V até o IV a.C., a autonomia política das várias cidades-Estado era visivelmente confrontada com o aparecimento de grandes conflitos. Inicialmente, os persas tentaram invadir o território grego ao dispor de um enorme exército. Contudo, a união militar das cidades-Estado possibilitou a vitória dos gregos. Logo depois, as próprias cidades da Grécia Antiga decidiram lutar entre si para saber quem imperaria na Península Balcânica.

O desgaste causado por tantas guerras acabou fazendo de toda a Grécia um alvo fácil para qualquer nação militarmente preparada. A partir do século IV a.C., os macedônios empreenderam as investidas militares que determinaram o fim da autonomia política dos gregos. Esses eventos marcaram o Período Helenístico, que termina no século II a.C., quando os romanos conquistam o território grego.


                                                                          Rainer Sousa    -  http://brasilescola.uol.com.br/historiag/grecia-antiga.htm 



quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Grécia

Grécia antiga: Texto


Texto retirado de http://educacao.uol.com.br/historia/grecia-antiga-a-influencia-da-cultura-helenistica-na-civilizacao-ocidental.jhtm  sobre a Grécia Antiga. Texto  interessante e de fácil entendimento

 

A influência da cultura helenística na civilização ocidental

Fernanda Machado*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação


Fred Eckschmiedt/Página 3
O Parthenon, na acrópole de Atenas


A importância de se conhecer a Grécia da Antigüidade (que se desenvolveu entre 2000 a.C. e 500 a.C.) é que a herança de sua cultura atravessou os séculos, chegando até os nossos dias. Foram influências no campo da filosofia, das artes plásticas, da arquitetura, do teatro, enfim, de muitas idéias e conceitos que deram origem às atuais ciências humanas, exatas e biológicas.

No entanto, não podemos confundir a Antigüidade grega com o país Grécia que existe hoje. Os gregos atuais não são descendentes diretos desses povos que começaram a se organizar a mais de quatro mil anos atrás. Muita coisa se passou entre um período e outro e aqueles gregos antigos perderam-se na mistura com outros povos. Depois, a Grécia antiga não formava uma nação única, mas era composta de várias cidades, que tinham suas próprias organizações sociais, políticas e econômicas.

Apesar dessas diferenças, os gregos tinham uma só língua, que, mesmo com seus dialetos, podia ser entendida pelos povos das várias regiões que formavam a Grécia. Esses povos tinham também a mesma crença religiosa e compartilhavam diversos valores culturais. Assim, os festivais de teatro e os campeonatos esportivos, por exemplo, conseguiam reunir pessoas de diferentes lugares da Hélade, como se chama o conjunto dos diversos povos gregos.

Cidades-Estados

Essa Grécia de 4.000 anos atrás era formada por ilhas, uma península e parte do continente europeu. Compunha-se de várias cidades, com seus Estados próprios, que eram chamadas de cidades-Estados. Essas cidades localizavam-se ao sul da Europa, nas ilhas entre os mares Egeu e Jônio. Algumas das cidades gregas de maior destaque na Antigüidade foram Atenas, Esparta, Corinto e Tebas.

Essas cidades comercializavam e ao mesmo tempo guerreavam entre si. As guerras eram motivadas pelo controle da região e para se conseguir escravos, os prisioneiros de guerra, que moviam grande parte da economia daquelas sociedades.

Afora os escravos e os pequenos proprietários, havia os cidadãos propriamente ditos, naturais da cidade e proprietários de terras, que tinham direitos políticos e podiam se dedicar a atividades artísticas, intelectuais, guerreiras e esportivas. Isso indica que as pessoas com mais prestígio e propriedade cuidavam exclusivamente do aprimoramento do corpo e da mente. Os mais pobres e os escravos eram quem movimentava a economia, fazendo o trabalho braçal, considerado, então, como algo desprezível.

Influência de Creta, Egito e Fenícia

Esses diversos povos gregos organizaram-se e ganharam força por volta do ano 2.000 a.C. A cultura grega tornou-se tão importante porque foi a síntese, o resumo, de diversas outras culturas da Antigüidade, dos povos que viveram na África e no Oriente Médio. Assim, os gregos conheceram os cretenses, que eram excelentes navegadores. Tiveram contato com os egípcios, famosos nos nossos dias pelo complexo domínio de conhecimentos técnicos que possuíam e por sua organização social.

Por fim, a influência dos fenícios também foi muito importante na cultura grega. Os fenícios foram o povo, naquela parte do planeta, que havia inventado o alfabeto cerca de 1.000 anos a.C. Esse alfabeto foi aperfeiçoado pelos gregos, que por sua vez deu origem ao alfabeto latino, inventado pelos romanos. Como se sabe, a língua portuguesa, que nós falamos, tem origem latina.

Todo esse processo demonstra como ocorreram freqüentes intercâmbios entre os povos ao longo da história da humanidade, embora muitos conhecimentos e invenções tenham se perdido ou deixado de fazer sentido quando essas civilizações desapareceram.

Sociedade espartana

As cidades-Estados sobre as quais sobreviveram mais informações são Atenas e Esparta. Essas sociedades eram, aliás, bem diferentes e freqüentemente lutaram uma contra a outra. A sociedade espartana era considerada rígida (nos dias de hoje, quando queremos dizer que alguma coisa ou pessoa é muito cheia de regras, fechada, dizemos que é "espartana"). Em Esparta, os homens viviam para a vida militar.

Eles só podiam casar depois de terem sido educados pelo Estado, em acampamentos coletivos, onde viviam dos 12 até os 30 anos. Para o governo, existiam os conselhos de velhos, que controlavam a sociedade e definiam as leis. As mulheres espartanas cuidavam da casa e tinham também uma vida pública: administravam o comércio na ausência dos homens.

Atenas e a democracia

Já Atenas, que foi considerada o exemplo mais refinado da cultura grega, teve seu apogeu cultural e político no século 5 a.C. Na sociedade ateniense, diferentemente de Esparta, as decisões políticas não estava nas mãos de um conselho, mas sim no governo da maioria, a democracia. Dentro desse sistema, todos os cidadãos podiam representar a si mesmos (não precisavam eleger ninguém) e decidir os destinos da cidade. Ao mesmo tempo em que Atenas abria o espaço para os cidadãos, reservava menor espaço para as mulheres do que na sociedade espartana. Em Atenas, as mulheres, assim como os escravos, não eram consideradas cidadãs.

Os jogos olímpicos

De tempos em tempos, as civilizações que surgiram após os gregos - inclusive a nossa - voltam seus olhos para essa cultura tão antiga, chegando mesmo a retomar alguns de seus costumes. Assim aconteceu, por exemplo, com os Jogos Olímpicos. Essa atividade ganhou importância no mundo ocidental na primeira metade do século 20, como uma forma de celebrar pacificamente a rivalidade entre os países que se confrontaram em duas Guerras Mundiais. Na verdade, as Olimpíadas foram reinventadas no final do século 19, ou seja, mais de 2.000 anos depois de terem sido extintas.

Na Grécia Antiga, os jogos olímpicos eram um ritual de homenagem a Zeus (o deus máximo de uma religião com muitos deuses). Esses jogos realizavam-se na cidade de Olímpia e envolviam todas as cidades-Estados da Hélade em várias competições de atletismo. Dentre as modalidades de esporte que se praticavam havia a corrida, a luta livre, o arremesso de discos, salto e lançamento de dardos. Os vencedores voltavam às suas cidades com uma coroa de folhas de oliveira e um imenso prestígio.

Os macedônios e a cultura helenística

No entanto, após o esplendor de Atenas no século 5 a.C., as cidades-Estados gregas foram perdendo seu poder e acabaram conquistadas e unificadas pelos macedônios, no século 4 a. C. Sob o domínio de Alexandre, o Grande, a cultura grega se expandiu territorialmente, indo do Egito à Índia, num processo em que simultaneamente influenciava e sofria influências. Essa cultura que correu mundo, tendo como raiz a tradição grega, foi chamada de cultura helenística.

Por fim, no século 1 a.C., foi a vez dos romanos chegarem à Grécia antiga, conquistando-a. Ainda que Roma tenha incorporado a maior parte dos valores gregos, inaugurando a cultura greco-romana, os povos gregos da Antigüidade não conseguiram mais obter sua autonomia política e assim foram, ao longo dos séculos, desaparecendo.

domingo, 30 de julho de 2017

==== Fim de férias - julho 2017: bom retorno ====



FINAL DE JULHO E INÍCIO DE AGOSTO/2017. 

Fim de férias.  bom retorno!


   
Resultado de imagem para cartão de bom retorno de férias

Aproveitou bem as férias?

Leu um bom livro? Parabéns.
Assistiu a um bom filme? Parabéns.
Viajou para o lugar desejado? Parabéns.
Dormiu até tarde?  Parabéns.
Ficou à toa? Descansou? Parabéns.
Não fez nada disso? Parabéns assim mesmo.
                                                                
Bom retorno para todos e que tenhamos um ótimo semestre.

Abraços.
Professor Ferdinando.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

=========== Professor em férias ============

O que fazem os professores durante as férias?










Tradução aproximada: 

Mãe: Eu vi a sua professora, Senhora Wormwood, no supermercado hoje. Ela te mandou um "oi".

Calvin: Você viu a senhora Wormwood?? Ela faz compras num supermercado??

Mãe:  Ora, claro! O que é que você imaginava?

Calvin: Sei lá. Eu pensava que professores dormiam em caixões durante as férias!

terça-feira, 27 de junho de 2017

********************* Férias de julho/17 *********************

** Julho/2017: férias **
Aproveite bem as férias.


                                                                               www.mensagenscomamor.com

Leia um bom livro.
Assista a um bom filme.
    Viaje para o lugar desejado.
    Durma até tarde.
    Fique à toa. Descanse.



Recarregue as baterias. Em agosto tem mais!





Boas férias para todos.

Professor Ferdinando



segunda-feira, 26 de junho de 2017

Férias chegando - julho de 2017

As férias estão  chegando......julho/17.

                                                                                        http://monitoriafabci.blogspot.com.br/

quinta-feira, 15 de junho de 2017

China antiga: heranças e trocas culturais

China antiga: heranças e trocas culturais

Vídeo 1  - Fonte:  ttps://www.youtube.com/watch?v=SNHCJYqK3cU




Vídeo 2 - Fonte:  https://www.youtube.com/watch?v=isRCYMpWkOQ


terça-feira, 13 de junho de 2017

A “Pré-História Brasileira”

6º ano  Fund-II  - A “Pré-História Brasileira”

A “Pré-História Brasileira”

A – Da África para o mundo.
A maioria dos estudiosos concorda que o local de origem do ser humano é a África. A partir da África, os primeiros humanos espalharam-se pela Europa e pela Ásia e finalmente chegaram à América (Brasil), em um processo que durou milhares de anos.
Há duas hipóteses principais para explicar os caminhos percorridos pelo homem para chegar à América: 1- Chegaram à América por terra, depois de atravessar o Estreito de Bering, situado entre a Sibéria (Rússia) e o Alasca (Estados Unidos). 2 – Chegaram à América por mar, vindos da Oceania. E, depois de atravessar o Oceano Pacífico navegando de ilha em ilha em pequenas embarcações, desembarcaram no continente americano. Isto teria ocorrido entre 15mil e 12 mil atrás.
Já a brasileira Niede Guidom e sua equipe descobriram no Piauí (Brasil) pedaços de pedra lascada e vestígios datados de 50 mil anos e que marcam a presença do homem no Brasil desde esta data. Muitos estudos e pesquisas sobre estes vestígios ainda estão sendo feitos.

B – Os povos dos sambaquis.
Há cerca de seis mil anos, o litoral do Brasil atual, entre o Espírito Santo e Santa Catarina, começou a ser ocupado por povos que tinham como alimento principal a pesca. Estes homens ficaram conhecidos como povos do sambaquis ou das conchas. As conchas vazias eram deixadas no chão e iam se acumulando. Com o passar dos anos, foram se formando verdadeiras montanhas de conchas, sobre as quais as pessoas construíram suas cabanas e enterravam seus mortos. Chamamos estas montanhas, com até 30 metros de altura, de sambaquis.
Há cerca de 2 mil anos os povos dos sambaquis desapareceram, provavelmente porque foram vencidos pelos grupos tupis, que na época se expandiram pelo litoral brasileiro.

C – Amazônia: Os marajoaras.
Os povos da região amazônica começaram a praticar a agricultura há cerca de 7 mil anos.  Eles desenvolveram cultivos próprios, como plantas medicinais, corantes e a mandioca. Suas cerâmicas estão entre as mais antigas da América e são de diversos tipos e formas: vasos, estatuetas, jarros, urnas funerárias, entre outras.
Foi na ilha de Marajó, na foz do Rio Amazonas, que a cultura marajoara se desenvolveu. Ainda não se sabe a razão de seu desparecimento, por volta dos anos de 1300 – 1400.

D – Os índios no Brasil na chegada dos portugueses em 1500.
            Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil em 1500, estima-se que aqui viviam cerca de 8 milhões de pessoas. Os principais grupos indígenas que viviam no Brasil eram: Tupi, Aruaque, Macro-Jê e Caribe.
O primeiro contato entre os indígenas e os portugueses, ocorrido em 1500, foi de muita estranheza para ambas as partes, pois eram de culturas amplamente diferentes.
Os índios que habitavam o Brasil por volta de 1500 viviam da caça, da pesca e de agricultura rudimentar (cultivavam principalmente mandioca). Domesticavam animais de pequeno porte, como por exemplo, porco do mato e capivara. As tribos que aqui viviam possuíam regras políticas, econômicas e sociais. Praticavam guerras, alianças, cerimônias de enterro e casamentos.

Durante o processo de colonização do Brasil, os índios foram condenados ao trabalho forçado, mortos em conflitos ou morreram por doenças trazidas pelo homem branco. Assim os índios foram dizimados pelos portugueses. Dois séculos após a chegada dos portugueses, a população indígena já estava reduzida pela metade. Atualmente existem cerca de 200 mil índios no Brasil.

domingo, 11 de junho de 2017

Mesopotâmia - vídeo II - 6º ano

                        6º ano - Mesopotâmia - vídeo II


                                                                                                 
                                                                                         Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=EckAThHkaVA

Mesopotâmia - vídeo

Vídeo do Telecurso - Mesopotâmia.



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=jcFDuBByTXUhttps://www.youtube.com/watch?v=jcFDuBByTXUinte

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ficha – Os povos da Mesopotâmia - Atividade 6º ano

Ficha – Os povos da Mesopotâmia

A – Mesopotâmia: localização – mapa geográfico.

B – Sumérios: Fundaram as primeiras cidades na Mesopotâmia, por volta de 3.500 a.C. Eles foram os inventores das escrita cuneiforme.

C – Acádios: Conquistaram as cidades sumérias, entre elas Ur. Formaram o Primeiro Império Mesopotâmico e assimilaram a cultura suméria, como a sua escrita e religião.

D – Babilônicos: Comandados pelo rei Hamurabi, invadiram e dominaram toda região da Mesopotâmia.  Constituíram um Estado unificado e fundaram o Primeiro Império Babilônico. Criaram, também, um dos primeiros códigos de leis escritas da história.

E – Assírios: Dominaram a Mesopotâmia e fizeram da cidade de Nínive, sua capital. Eram guerreiros valentes e impiedosos e possuíam uma força militar extraordinária: soldados com armaduras, armas de fero, carros de guerra e cavalaria.

F – Caldeus: Após dominarem a região da Mesopotâmia, conquistaram, outras regiões, como a Síria e a Palestina, estendendo seus domínios até a fronteira com o Egito. O domínio caldeu teve fim com a invasão persa, em 539 a.C.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Mesopotâmia

MESOPOTÂMIA - Ficha (resumo)

www.portalsaofrancisco.com.br

 A civilização mesopotâmica desenvolveu-se entre os rios Tigre e Eufrates, e diversos grupos lutaram pela posse de suas terras, dentre eles destacam-se os sumérios (responsáveis pela criação da escrita cuneiforme), acádios, amoritas (ou “babilônios”), assírios e caldeus (ou “neobabilônios”).
A base da economia era a agricultura. As cheias dos rios eram aproveitadas para a fertilização das terras, complementando esse processo de irrigação natural com a construção de canais e diques.   
No segundo milênio antes de Cristo, os amoritas assumiram o controle da região. O mais famoso soberano amorita foi Hamurábi, que fundou o primeiro Império Babilônico.  Entre suas realizações, destaca-se um conjunto de leis escritas – o Código de Hamurábi, no qual os crimes eram punidos severamente, na mesma proporção do mal cometido, de acordo com a lei de talião; “olho por olho, dente por dente”.
Com a morte de Hamurábi, o império passou para o domínio dos assírios, cujo poderio era sustentado pela violência e crueldades com que tratavam os povos dominados.
O Império Assírio foi derrotado por uma coligação formada por caldeus e medos, que submeteu a capital, Nínive, em 612 a. C., ao seu domínio. Sob o governo dos reis caldeus, a cidade da Babilônia voltou a se destacar como o principal centro urbano da região. No governo de Nabucodonosor, houve a construção do segundo Império Babilônico e foram erguidas as mais belas obras da arquitetura mesopotâmia na Antiguidade, destacando-se os jardins suspensos da Babilônia.
Depois da morte de Nabucodonosor, o Império Caldeu entrou em decadência e foi dominado pelos persas.  
              Fonte: História. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ensino Médio. Caderno de Revisão. Editora Saraiva.

sábado, 20 de maio de 2017

6º ano - Atividade:Egito Antigo

Atividade – 6º ano – Egito Antigo

Após ter lido o texto e grifado as principais ideias de cada parágrafo, responda as seguintes questões.

1. O Egito está localizado na  África. Explique com mais detalhes esta região do Egito.
2. Explique a frase do historiador Heródoto: “O Egito é uma dádiva do Rio Nilo”.
3. O Egito tinha um governo teocrático. Explique como era a Teocracia no Egito.
4. Quais as classes sociais que ajudavam os Faraós a governarem o Egito?
5. Quais classes sociais eram pobres no Egito Antigo?
6. A religião no Egito era politeísta. O que significa isso?
7. Quais os motivos que os ricos e poderosos do Egito mumificavam os corpos após a morte?
8. Quais as causas das construções das pirâmides pelos Faraós no Egito Antigo?
9. Quais os nomes das três pirâmides mais famosas no Egito?
10. Quais povos dominaram a região após as guerras e derrotas do Egito?

sábado, 6 de maio de 2017

Egito Antigo - ficha resumo II

Egito Antigo - ficha resumo II  =  6º ano Fund-II

História Antiga: O Egito.


O Egito está localizado na África. Formou-se a partir das primeiras ocupações, por volta de 6000 a.C. nas margens do Rio Nilo. Localizado numa região de deserto, o Egito pôde desenvolver-se graças ao regime de enchentes anuais no Rio Nilo. Durante meses o rio transbordava e quando voltava ao seu leito normal, deixava as terras fertilizadas pelo húmus, próprias para o plantio. Também usavam o rio para canais de irrigação, transporte e fornecimento de água. Por isso, o dizemos que o “Egito é uma dádiva do Rio Nilo”. Por volta de 3.000 a.C ocorreu a unificação de reinos e formou-se um único Egito governado por um só faraó.
No Egito existia uma Teocracia, isto é; era governado por um faraó que era considerado ao mesmo tempo rei e descendente dos deuses. Tinha um poder absoluto, até sobre a vida e a morte das pessoas e era auxiliado no seu governo pelos Sacerdotes e pelos escribas, que escreviam sobre a vida dos faraós, copiavam e liam os textos sagrados e controlavam a cobrança de impostos. Assim, eram ricos e poderosos.
A população era pobre e formada em sua maioria pelos camponeses, que eram chamados de felás e cultivavam, principalmente, trigo, cevada e linho. Entre a população pobre, havia também os artesãos que trabalhavam como carpinteiros, tecelões, pedreiros, pintores e ourives. Existiam ainda os escravos, que em sua maioria, eram prisioneiros de guerra e faziam os mais diversos serviços. Haviam também os militares, responsáveis pela defesa do Egito e pelas guerras
Os egípcios eram politeístas, acreditando em vários deuses representados em formas humanas e animais (antropozoomorfismo). Acreditavam que, para a alma sobreviver, o corpo não podia desaparecer e então mumificam os corpos para conservá-los. Mas, como era uma técnica muito cara, a população pobre não conseguia fazer a mumificação de seus familiares mortos.  Construíram também, pirâmides para que servissem de túmulos para os corpos mumificados dos faraós falecidos. As mais conhecidas são as pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.
No ano 525 a.C., o Egito foi conquistado pelo exército da Pérsia, depois pela Macedônia e que ainda depois seria derrotado pelo Império Romano.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Egito antigo - ficha resumo

Egito: civilização e cultura brotam do Nilo.
               
O vale do rio Nilo é a base da civilização egípcia na Antiguidade graças à fertilidade das terras, inundadas todo ano, que recebem a deposição do húmus quando as águas baixam. Para efeito de estudo, a civilização egípcia é dividida em Antigo, Médio e Novo Impérios.
                Na origem, a agricultura e o intercâmbio de produto estimularam a sedentarização e a miscigenação  das tribos na região, que formam um único povo. Durante o Neolítico, surgem as cidades-Estados como Tebas, Mênfis e  Tânis, que se relacionam ativamente. Dois reinos, o Alto e o Baixo Egito, formam-se com a organização de clãs conhecidos como nomos, divisões administrativas da monarquia, governados por nomarcas.  Em 3200 a.C. ocorre a unificação sob uma monarquia centralizada na figura do faraó, soberano hereditário e absoluto, considerado uma encarnação divina.  Por volta de 2700 a.C., constroem-se  as célebres pirâmides de Gizé. Em 2200 a.C., há uma crise de autoridade, e os nomarcas assumem o poder.
                Os faraós retornam por vota de 2000 a.C. Nesse período, há incursões contra os beduínos e a conquista de minas de cobre e pedras preciosas. Mas disputas internas e a invasão dos hicsos, povo do Cáucaso, em 1750 a.C., interrompem a expansão. Os estrangeiros são expulsos em 1580 a.C., e os egípcios se lançam na conquista de territórios que incluem Mesopotâmia, Síria, Palestina, Chipre e Ilhas do mar Egeu. Mas sofrem assédio de gregos, filisteus, etíopes e assírios. Em 525 a.C., são dominados pelos persas e perdem a independência. Em 332 a.C., são os macedônios. Em 30 a.C., tem inicio o domínio romano, marcando a decadência final da civilização egípcia.
                Os egípcios atingem grande avanço científico e tecnológico. Elaboram o primeiro calendário lunar, lançam os fundamentos da geometria e do cálculo complexo, criam a escrita hieroglífica, desenvolvem técnicas de irrigação e de construção naval e erguem monumentais palácios e templos. Politeístas, cultuam deuses com formas humanas e de animais, O maior destaque de sua engenharia são as pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, conhecidas pelo nome dos faraós para os quais serviram de túmulo. Elas são a s únicas das sete maravilhas do mundo antigo que ainda existem.                 Fonte: Almanaque Abril 2011 – Editora  Abril   
                                                                                        
http://profhugoleonardo.blogspot.com/2011/02/egito-antigo.html

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Dicionário temático ilustrado - atividade p/6º ano - 1º Bimestre

Atividade para 6º ano - 1º Bimestre

Dicionário temático ilustrado

Atividade adaptada do caderno do aluno (Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo). Produção de um dicionário temático da Pré-História com ilustrações.


1- Nomadismo: Prática dos povos nômades que não têm moradia fixa. No período pré-histórico do Paleolítico, o homem fica perambulando de um lugar para outro em busca de alimentos, proteção e melhores condições de sobrevivência.

2- Séculos: Período que contém cem anos.  Muito usado pelos historiadores para o estudo do nosso passado.

 3- Sítio arqueológico: Local onde há registro de uma antiga ocupação ou atividade humana. Nestes lugares, os arqueólogos estudam os vestígios deixados pelos nossos antepassados.

4- Pedra Polida: Período da Pré-História também conhecido como Neolítico. O  homem é  sedentário, já pratica a agricultura e domestica os animais.

5-Fósseis: Restos ou vestígios de seres vivos que habitam a terra em períodos geológicos anteriores. Preservados, principalmente em rochas, são objetos de estudos de pesquisadores.
   
6- Ampulheta: Aparelho utilizado para medir o tempo. Mede-se o tempo pela duração da passagem da areia de um compartimento para outro.

7- Neolítico: Período da Pré-História que começa com Revolução Agrícola, por volta de 10-15 mil anos. Caracterizado pelo homem sedentário, já pratica a agricultura e domestica os animais.

 8- Pintura rupestre: Pinturas feitas em rochas ou paredes de cavernas. Pinturas pré-históricas feitas no interior de cavernas e grutas.

 9- Clepsidra: Antigo instrumento suado para medir o tempo com base na velocidade de escoamento da água de um cone para outro cone. Relógio de água.

 10- Idade dos Metais: Parte final do Neolítico. Neste momento, os homens pré-históricos já começam a desenvolver instrumentos derretidos e fundidos de metais, primeiro o cobre e depois o bronze.

 11- Fontes históricas: Todos os instrumentos utilizados pelos historiadores para estudar o nosso passado. Essas fontes podem ser visuais, materiais, escritas, orais, musicais, audiovisuais, iconográficas, etc.
   
12- Sedentarismo: Modo de viver de povos que têm moradia fixa. No período pré-histórico do Neolítico, o homem torna-se sedentário, pois já pratica a agricultura, domestica os animais e deixam de circular de um lugar para o outro.
  
13- Paleolítico: Período da Pré-História que começa com o surgimento do homem e dura até a Revolução Agrícola em 10-15 mil anos aproximadamente. Caracterizado pelo homem nômade, com fala pouco articulada, não domina a escrita e se alimenta de raízes, frutos, sementes e caça de pequenos animais.

14- Zoólito: Artefatos construídos pelo homem na Pré-História. Os primeiros artefatos foram objetos de pedras para cortar, raspar, moer, quebrar semente e também para sua defesa.

15- Pedra Lascada: Período da Pré-História também conhecido como Paleolítico. Neste período o homem é nômade, se alimenta de raízes, frutos, sementes e caça de pequenos animais.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Antiguidade oriental - civilizações orientais.


Civilizações antigas.

Vídeos (3 partes) sobre a antiguidade oriental. Vale a pena assistir.
Prof Rodolfo - Principais Civilizações da Antiguidade Oriental parte1
Prof Rodolfo - Principais Civilizações da Antiguidade Oriental parte2.mp4
Prof Rodolfo - Aula 3: Antiguidade Oriental.mp4